Os ministros de Relações Exteriores da União Europeia se reúnem em Bruxelas para discutir Ucrânia, Oriente Médio e western Balkans, em meio a um (novo) impulso político. A reunião ocorre nesta segunda-feira, 11 de maio de 2026, com foco principal no conflito na Ucrânia.
O chanceler ucraniano, Andrii Sybiha, chegou a Bruxelas destacando um “novo momento” no front. Ele afirmou que a Ucrânia consolidou ganhos no inverno difícil, estabilizou a linha de frente e avançou na atuação aérea, ao mesmo tempo em que observa mudanças na situação russa.
A delegação lituana, representada pela mestra de assuntos externos Baiba Māršana, e outros membros sinalizam cautela. Líderes comentam que, mesmo com promessas de cessar-fogo, as ações no terreno ainda não refletem uma trégua definitiva.
Avanços e ceticismo entre líderes
Segundo autoridades, não há grande apetite para levar a sério promessas de fim do conflito feitas por Moscou. Observadores ressaltam que a Ucrânia busca apoio contínuo da UE para manter capacidades de defesa e apoio aéreo.
Também presente no dia, o debate envolve a atuação russa, com sinais de dificuldade de recrutamento e uma percepção de queda de ritmo militar. Analistas apontam que a comunicação de Moscou pode não corresponder à realidade no terreno.
Agenda europeia e outros temas
Além da Ucrânia, os ministros discutem a situação no Oriente Médio e a instabilidade nos Bálcãs ocidentais. Uma agenda paralela envolve encontros envolvendo a OTAN e temas de crianças ucranianas supostamente separadas de suas famílias.
Separadamente, espera-se a participação do ministro da Defesa da Alemanha, Boris Pistorius, em Kyiv, em meio a uma série de encontros sobre segurança e defesa na região.
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