O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou o correspondente David Sanger, do The New York Times, de falso e classificou a cobertura sobre a guerra no Irã como traidora durante conversa com jornalistas a bordo do Air Force One. O episódio ocorreu na volta da viagem à China, em 15 de setembro, segundo divulgação da Casa Branca.
A gravação mostra Trump reagindo a uma pergunta sobre possíveis novos bombardeios ao Irã e sobre a utilidade de 38 dias de ataques. O presidente afirmou ter tido uma vitória militar total e afirmou que os EUA destruíram parte da Marinha, da Força Aérea, dos sistemas antiaéreos e dos radares iranianos, sem detalhar evidências públicas.
Trump afirmou ainda que os Estados Unidos eliminaram liderança iraniana de diversos escalões, e repetiu críticas ao jornalismo e a veículos como The New York Times e a CNN, sugerindo distorções nas reportagens. O presidente disse que o Irã estaria espiritualmente confuso após as ações americanas.
O vídeo da interação, publicado pela Casa Branca, ganhou disseminação nas redes sociais. A transmissão acompanha o ritmo de críticas recentes do presidente contra a imprensa, registrando novo episódio de atrito com jornalistas durante o mandato.
Não há informações oficiais sobre desdobramentos imediatos do conflito ou sobre reações de autoridades iranianas no material disponível. A cobertura permanece centrada na reação de Trump às perguntas sobre estratégia e resultados militares.
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