O mergulhador filiphado, membro da Força de Defesa Nacional das Maldivas, morreu no sábado enquanto participava das buscas pelos corpos de turistas italianos que ficaram presos em uma caverna subaquática nas Maldivas. A confirmação foi feita pelo presidente Muizzu, que descreveu o ocorrido como devastador.
O sargento-Mor Mohammed Mahdi faleceu após sofrer de doença descompressiva, popularmente conhecida como mal dos mergulhadores. O anúncio foi feito pelas Forças Armadas das Maldivas, que prestaram homenagens ao profissional e aos familiares.
As operações nas águas maldivas envolveram oito mergulhadores locais, em turnos, na tentativa de localizar quatro italianos desaparecidos. Até o momento, apenas um corpo foi resgatado, o de Gianluca Benedetti, encontrado a 60 metros de profundidade.
A busca foi suspensa com a morte do sargento, enquanto três mergulhadores finlandeses, especializados em mergulho profundo e cavernas, devem chegar neste domingo para reavaliar a estratégia. A equipe italiana colabora com as autoridades locais, segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália.
Caso remonta a quinta-feira, quando cinco italianos — todos mergulhadores experientes — perderam a vida durante excursões científicas nas cavernas. A caverna alvo fica a 50 metros de profundidade; o mergulho autorizado é até 30 metros.
Licença do barco Duke of York, responsável pelo passeio, foi suspensa pelo Ministério do Turismo das Maldivas na sexta-feira. Entre as vítimas italianas estão Monica Montefalcone, professora associada de ecologia marinha; Giorgia Sommacal, de 22 anos; Gianluca Benedetti, instrutor de mergulho; Muriel Oddenino, bióloga marinha; e Federico Gualtieri, também pesquisador de ecologia marinha.
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