Cuba acusou os Estados Unidos de construir um “caso fraudulentо” para intervenção militar, após reportagem de Axios que citou inteligência classificada. O texto afirma que Havana já possui 300 drones de ataque e considerava alvos próximos aos EUA.
Bruno Rodríguez disse que Cuba não ameaça nem deseja guerra, em resposta às informações de que poderia haver ataques a alvos na Flórida, incluindo Guantánamo e navios, com possíveis assessores militares iranianos. A afirmação foi publicada após divulgação de documentos vazados.
O governo cubano afirma que o uso dos drones seria apenas como defesa externa, caso haja agressão. As declarações ocorrem em meio a crise de combustível agravada por bloqueio e pressões da administração Trump para resolver disputas com a ilha.
Contexto econômico e político
Medidas de restrição econômicas atingem o consumo de petróleo, com Cuba recebendo apenas uma remessa de óleo de origem russa antes de se encerrar. O país enfrenta quedas no fornecimento, impactando hospitais, transporte e serviços públicos.
O aumento de voos de vigilância dos EUA e a possível mobilização de forças na região são citados como sinais de maior pressão. Fontes oficiais citam ainda debates sobre ações diplomáticas e possíveis impactos sobre a região caribenha.
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