Os Estados Unidos impuseram sanções a 11 autoridades cubanas, entre elas 3 ministros. A medida foi anunciada em 18 de maio de 2026 pelo governo dos EUA, por meio de uma nota oficial.
A ação alcança o Ministério do Interior cubano, a Direção de Inteligência e a Polícia Nacional Revolucionária. Além disso, atinge membros de órgãos de segurança e do alto escalão político de Cuba.
As sanções proíbem qualquer atuação de bens ou interesses dessas pessoas em território americano. Também bloqueiam propriedades de cidadãos dos EUA que estejam sob controle ou posse dessas pessoas.
Segundo o Departamento de Estado, os bloqueios visam restringir o acesso a bens, serviços ou recursos financeiros que possam beneficiar o regime cubano. A medida faz parte de uma estratégia mais ampla para aumentar a pressão sobre o governo cubano.
A lista completa de autoridades sancionadas inclui:
- Eddy Manuel Sierra Arias, chefe da Polícia Nacional Revolucionária
- Oscar Alejandro Callejas Valcarce, chefe da Direção Política do Ministério do Interior
- Rosabel Gamon Verde, ministra da Justiça
- Joaquin Quintas Sola, vice-ministro das Forças Armadas
- Juan Esteban Lazo Hernandez, presidente da Assembleia Nacional
- Vicente de la O Levy, ministro de Energia e Minas
- Mayra Arevich Marin, ministra das Comunicações
- Jose Miguel Gomez del Vallin, chefe do Estado-Maior da Contraespionagem Militar
- Raul Villar Kessell, chefe do Exército Central
- Roberto Tomas Morales Ojeda, dirigente do Comitê Central do Partido Comunista
- Eugenio Armando Rabilero Aguilera, chefe do Exército Oriental
As medidas também restringem qualquer contribuição ou fornecimento de fundos ou bens para as pessoas sancionadas, bem como o recebimento de recursos por parte delas. As sanções permanecem até nova avaliação das autoridades americanas.
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