O M+ de Hong Kong e o Centre Pompidou, em Paris, anunciaram hoje uma parceria quinquenal iniciando no próximo ano. O acordo envolve diálogo entre museus, intercâmbio de obras, pesquisa e comissões novas, com foco em exposições conjuntas e programas de formação para profissionais.
O anúncio foi feito no M+ em Hong Kong no dia 15 de maio, com a presença de representantes de ambas as instituições. Suhanya Raffel, diretora do M+, Laurent Le Bon, presidente do Pompidou, e a cônsul-geral francesa Christile Drulhe participaram do evento.
Raffel afirmou que o M+, ao construir sua própria coleção, observa o Pompidou como mentor e parceiro equivalente no novo capítulo institucional. O objetivo é evidenciar a diversidade de culturas visuais entre França e China, com diálogo entre curadores e pesquisadoras.
Planos e formatos de cooperação
As instituições vão emprestar obras para exposições, colaborar em pesquisas e em novas comissões, e promover intercâmbios entre curadores e demais profissionais. A partir de 2027, um ciclo de exposições conjuntas será apresentado no M+, com obras de acervos de ambas as instituições.
Um programa de pós-doutorado de quatro anos está incluso, voltado a pesquisa sobre arte ocidental e asiática do século XX e XXI. O conceito da parceria também prevê a circulação de projetos curatoriais entre Hong Kong e Paris.
A grande mostra conjunta deverá abrir no Pompidou quando o edifício for reaberto entre 2029 e 2030, e depois viajará para o M+. O tema central envolve a diversidade de culturas visuais e os novos diálogos entre elas em um mundo em transformação.
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