O Senado dos EUA avançou nesta terça-feira uma resolução de poderes de guerra destinada a obrigar o ex-presidente Donald Trump a encerrar a ofensiva no Irã, a menos que obtenha autorização do Congresso para continuar. A votação marca o primeiro avanço do projeto na casa. O objetivo é exigir aprovação legislativa para qualquer ação militar adicional.
Quatro republicanos se juntaram à maioria democrata, que votou a favor da medida com exceção de um senador. Entre eles, o senador Bill Cassidy, que votou pelo avanço apesar de ter acabado de perder na primária da Louisiana, numa disputa em que Trump apoiou o oponente.
A votação ocorre no contexto de pressão para reforçar a supervisão congressual sobre decisões de guerra. O texto ainda depende de novas votações e negociações entre as câmaras para definir passos seguintes e possíveis mudanças na redação.
Desdobramentos
- O projeto representa o primeiro passo formal para limitar ações militares sem autorização do Congresso.
- A próxima etapa envolve esforços para conciliar o texto entre Senado e Câmara, com governança de eventuais alterações.
- Não há definição de data para votações futuras, mas o tema volta a ganhar tração política conforme o conteúdo avança.
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