Xi Jinping recebeu Vladimir Putin em Pequim, em um encontro que ocorreu pouco depois da visita do presidente dos EUA, Donald Trump, à capital chinesa. Os dois lideraram o desembarque com aperto de mão diante da Porta do Povo, na Praça, ao som dos hinos nacionais de China e Rússia.
O recebimento contou com a presença de um pelotão de honra e o desfile de jovens com as bandeiras dos dois países. Putin viajou acompanhado de uma delegação, enquanto Xi conduziu a recepção junto a autoridades do governo chinês.
Durante o encontro, Xi e Putin participaram de uma cerimônia de aberta com tapete vermelho e seguiram para um encontro privado para discutir questões bilaterais e internacionais. O estilo de encontro, com pausa para chá, é tradicional em Pequim e é visto como sinal da hospitalidade do anfitrião.
Agenda bilateral e internacional
Após o encontro, está programada a assinatura de cerca de 40 documentos e a divulgação de uma declaração conjunta de 47 páginas sobre o aprofundamento da parceria entre os dois países, segundo o Kremlin. A parceria China-Rússia tem ganhado maior ênfase diante de sanções ocidentais.
A reunião ocorre em meio a debates sobre o papel energético na relação entre as partes. Há menção a um gasoduto como possível fonte de energia a longo prazo, com considerações sobre diversificação de abastecimento para a China.
Assinaturas e desdobramentos
O tom do encontro enfatiza o que o Kremlin descreveu como uma parceria sem limites. A China, por sua vez, tem enfatizado interesse em manter várias opções de fornecimento de energia, alinhando-se à estratégia de diversificação.
Putin foi recebido por o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, em cerimônia formal na chegada. A presença de uma comitiva e de uma guarda de honra destacou a importância diplomática da visita. As informações sobre números de documentos refletem fontes oficiais.
Fonte: agências Reuters e Agence France-Presse.
Entre na conversa da comunidade