Vladimir Putin aparece cada vez mais isolado no poder, enquanto a economia ribeira uma trajetória desfavorável. Segundo diversas fontes próximas ao Kremlin e a inteligência europeia, o presidente permanece decidido a seguir com a guerra na Ucrânia, apesar da queda de humor entre elites e agravamento econômico.
Relatos indicam que Putin está convencido de que pode conquistar todo o Donbas ainda neste ano, mantendo o foco no território ucraniano. A visão interna é de que a ofensiva militar pode se intensificar mesmo diante de dificuldades no terreno.
O cotidiano na esfera de poder também revela pressões. Observadores descrevem crescimento de ceticismo entre empresários próximos ao círculo de Putin e até blogueiros pró-Kremlin que começam a questionar a condução da guerra.
Ainda que haja descontentamento, não há consenso sobre uma ruptura abrupta. Autoridades de segurança e militares teriam apresentado avaliações otimistas ao líder, alimentando a percepção de que Putin não se rende facilmente.
A verificação internacional aponta que as negociações com a Ucrânia perderam força de Washington, com Kyiv reduzindo dependência dos EUA e fortalecendo produção própria. A Rússia, por sua vez, pretende consolidar Donbas para então buscar acordos.
Entre as mudanças no front doméstico, destaca-se o impacto econômico: inflação, impostos e interrupções de internet abalam a vida cotidiana, elevando descontentamento entre a população e ampliando críticas à gestão estatal.
Analistas veem riscos de descontentamento crescendo entre o núcleo próximo de Putin, mas avaliam pouca probabilidade de um golpe imediato. O exército e serviços de segurança seguem sob alto controle do presidente.
Em resumo, a percepção entre especialistas é de que Putin controla o poder, embora enfrente uma combinação de desgaste econômico, críticas entre elites e incertezas quanto ao rumo futuro do conflito.
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