Kem Sokha, ex-líder da oposição cambojana, foi beneficiado por um perdão real após cumprir parte de uma sentença de 27 anos por traição. A decisão foi anunciada pelo ex-primeiro-ministro Hun Sen, que atua como chefe de Estado interino.
Segundo Hun Sen, ele assinou um decreto de perdão em nome do rei Norodom Sihamoni. Sokha era líder do extinto Partido da Salvação Nacional do Camboja (CNRP) e foi preso em 2017 após um vídeo em que mencionou o apoio de grupos pró-democracia dos EUA.
O réu foi considerado culpado de traição em 2023 e, desde então, estava em prisão domiciliar. Organizações de direitos humanos costumam questionar a motivação política das acusações e medidas contra Sokha, destacando o contexto de repressão à oposição.
Contexto e desdobramentos
A decisão envolve o uso de prerrogativas reais e a participação de instituições cambodianas na leitura de julgamentos e sentenças de opositores. A rede de direitos humanos acompanha o desdobramento e a evolução institucional no país.
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