O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que tudo saiu perfeitamente no check-up realizado nesta terça-feira, 26. Foi a terceira consulta médica em pouco mais de um ano. O exame ocorreu no Hospital Militar Walter Reed, próximo a Washington.
Trump, que completa 80 anos em junho, tem passado por avaliações frequentes desde o principal comitê da campanha. O republicano mantém uma postura de vigor físico e cognitivo para a corrida presidencial, ao contrário de rivais apontados pela oposição.
Além das visitas, surgem questionamentos sobre o estado de saúde. O presidente já apareceu com hematomas nas mãos, justificando a Casa Branca pela repetição de apertos de mãos e pelo uso diário de aspirina, que reduz a coagulação. Médicos independentes também discutem sinais incomuns na pele.
Outros sinais levantam dúvidas. Um inchaço nos tornozelos foi visto em imagens públicas, gerando especulações sobre condições cardíacas ou circulatórias. Em julho passado, a Casa Branca informou que Trump desenvolveu insuficiência venosa crônica, embora o relatório médico oficial não tenha detalhado esse quadro.
A desconfiança entre parte da população é perceptível. Um levantamento conjunto do Washington Post/ABC News/Ipsos indica queda na percepção sobre clareza mental. Hoje, 40% dos americanos veem Trump com condições mentais adequadas, contra 47% em setembro do ano anterior. A confiança na saúde física também recuou.
A Casa Branca costuma divulgar resumos médicos, com informações que variam de rápidas a semanais. O governo não fornece, com frequência, o relatório completo de exames, limitando detalhes públicos que nutririam debates sobre a saúde do presidente.
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