Taiwan informou que enviou navios e caças para monitorar uma patrulha militar chinesa nas proximidades da ilha. A operação ocorreu menos de uma semana após a cúpula de Pequim, marcando um novo incremento na presença militar na região.
Autoridades locais apontam que a China realizou pela segunda vez ações de monitoramento em poucos dias. O governo taiwanês descreveu a atividade como patrulha de prontidão para combate ao redor de Taiwan, realizada pelo Exército de Libertação Popular.
De acordo com o Ministério da Defesa de Taiwan, 21 aeronaves chinesas operaram nos arredores, entre caças J-16 e drones, além de navios de guerra que permaneceram na área. A presença abrangia áreas próximas à costa de Taiwan ao longo de vários trechos marítimos.
Incidentes anteriores também foram relatados. A China realizou, no dia 19 de maio, uma patrulha de prontidão similar, enquanto mais de 100 navios chineses foram vistos ao longo da primeira cadeia de ilhas, estendendo-se do Japão às Filipinas, com continuidade da presença na região.
Analistas ouvidos destacam a movimentação como desafiadora para a defesa taiwanesa. Segundo Su Tzu-Yun, o patrimônio de defesa aponta que as patrulhas enviam navios com mísseis de cruzeiro a até 24 milhas náuticas da costa, tornando a detecção mais difícil e o tempo de resposta mais curto.
Caso haja ataque com mísseis, especialistas estimam que Taiwan pode enfrentar interrupções temporárias. A situação mantém o tema sob observação internacional, com autoridades locais reforçando a necessidade de monitoramento constante das fronteiras.
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