O governo dos Estados Unidos propôs tarifas retaliatórias de 25% sobre produtos brasileiros, após concluir uma grande investigação comercial contra o Brasil. A iniciativa visa responder a práticas consideradas irrazões e onerosas ao comércio dos EUA.
A imprensa internacional repercutiu a possível medida. O Guardian destacou o superávit comercial americano com o Brasil e mencionou que a China tem sido o principal parceiro brasileiro. Dados apontam aumento das exportações americanas para o Brasil em 2023 e queda das brasileiras para os EUA.
O The New York Times enfatizou que o uso da Seção 301, em vez da antiga IEEPA, pode tornar as tarifas mais duradouras, com consultas e audiências prévias. Também citou que alguns produtos poderiam ficar isentos.
Repercussões e pontos-chave
Al Jazeera informou que outros países, como China e Vietnã, estão sob investigação, e que a decisão ocorre num momento de deterioração das relações Brasil-EUA após a visita presidencial recente a Washington.
O Clarín, na Argentina, destacou críticas de Lula a Flávio e Eduardo Bolsonaro, registrando que analistas veem impacto limitado, dado o número de itens isentos. O jornal também mencionou que Bolsonaro negou ter solicitado tarifas.
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