O Departamento de Defesa dos EUA incluiu seis empresas chinesas na lista de entidades ligadas às Forças Armadas da China. A medida foi anunciada na segunda-feira, 8, com a publicação oficial prevista no Federal Register para 10 de junho. As companhias passam a ser identificadas como vinculadas ao Exército de Libertação Popular (PLA) sob a Seção 1260H da Lei de Autorização de Defesa Nacional.
As empresas listadas são Alibaba, Baidu, BYD, Tencent, Nio e Hesai. Elas passam a integrar a relação de companhias que mantêm vínculos com o PLA ou com órgãos do governo chinês. A identificação ocorre no âmbito de medidas de controle de investimentos e operações nos EUA.
A manobra ocorre no contexto da aplicação da Seção 1260H, que autoriza a identificação de companhias chinesas com ligações ao PLA. O objetivo é aumentar a transparência sobre vínculos entre entidades externas e o aparato militar chinês.
Contexto
A lista de empresas militares chinesas, também chamada de CMCs, sinaliza companhias com conexões ao PLA ou ao governo chinês, como o MIIT ou a SASAC. O Pentágono já havia incluído outras empresas em versões anteriores da relação.
Como referência, outras companhias que já integraram a lista incluem CATL, Huawei, DJI, Hikvision, SenseTime, SMIC e China Mobile. A relação segue em constante atualização conforme novos vínculos são identificados.
Entre na conversa da comunidade