O Irã afirma que negociações com os EUA seguem ativas, mesmo após suspender ataques a Israel. A medida ocorre em meio a tensões no Oriente Médio, com foco na relação Teerã-Jerusalém e nas ações em Beirute.
O presidente iraniano Masoud Pezeshkian ressaltou que a segurança nacional é prioridade e que o Irã defenderá seus direitos sem recuar diante de ameaças. Ele destacou que diplomacia e defesa são fundamentos do poder nacional e que o país continuará envolvido no conflito e nas negociações.
Além disso, Teerã encerrou as hostilidades em várias frentes, após Israel ter atacado uma fábrica petroquímica no sudoeste do Irã, alegando uso para produção de mísseis. Em retaliação, a Guarda Revolucionária Islâmica atingiu instalações semelhantes em Haifa, Israel.
Desdobramentos na região
Segundo a Al Jazeera, Israel também lançou mísseis contra Teerã, Tabriz e Isfahan. Em resposta, militares israelenses afirmaram ter atacado alvos do regime iraniano no oeste e centro do país.
A Guarda Revolucionária anunciou ter atingido a base aérea de Ramat David, no Vale de Jezreel, próximo a Nazaré. O Irã acusou os Estados Unidos pela escalada, dizendo que as ações de Israel não seriam possíveis sem apoio norte-americano, segundo o porta-voz Esmaeil Baqaei.
Reação internacional e medidas adicionais
Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump pediu que as partes envolvidas parem os tiroteios imediatamente. Em rede social, ele afirmou que Israel e Irã buscam um cessar-fogo, mas que o bloqueio naval americano permanece para avançar em um acordo final.
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