Sri Lanka surge como base para redes de golpes na Ásia, conforme investigações. A repressão a comunidades de golpes na Camboja tem levado facções a se deslocarem para resorts litorâneos e edifícios comerciais no Sri Lanka. Trata-se possivelmente da próxima fase de uma das indústrias criminais que mais cresce no mundo.
Especialistas dizem que o país sul-asiático oferece condições atraentes para criminosos. A combinação de turismo com passaporte sem visto, disponibilidade de espaço para estruturas, redes de telecomunicações relativamente estáveis e um sistema de remesas informal bem estabelecido facilita operações.
Autoridades locais, ainda em avaliação, observam o movimento de gangues que já atuavam na região. A transição envolve logística para abrigar centros de operações e facilitar a comunicação entre equipes dispersas.
A mobilidade de criminosos também é influenciada pela percepção de jurisdições menos rigorosas em determinadas áreas. Investigadores ressaltam a necessidade de cooperação regional para monitorar redes transnacionais e impedir que esses ambientes sirvam de base para golpes financeiros.
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