Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Casa Branca pede ao Reino Unido não banir redes sociais para menores de 16 anos

Casa Branca diz que banir redes para menores de 16 anos imporia ônus desproporcional a empresas americanas e defende ferramentas aos pais.

The White House called on the UK to instead give parents ‘robust tools’ to manage their children’s privacy settings and account controls.
0:00
Carregando...
0:00

A Casa Branca pediu ao governo do Reino Unido para não impor uma proibição de redes sociais para menores de 16 anos. A defesa é de que as restrições podem impor um ônus desproporcional às empresas de tecnologia americanas e não seriam a solução ideal para a proteção de crianças online.

Em documento enviado a uma consulta governamental sobre segurança online, os EUA criticam medidas de “restrições únicas para todos” e instrumentos regulatórios blunt para combater danos digitais a crianças. O texto também afirma que o controle de faixa etária para 13 a 16 anos não funciona.

Segundo a própria nota, técnicas de diferenciação entre menores e adultos não devem ser adaptadas para limiares menores. Em vez disso, a administração recomenda ferramentas robustas para pais controlarem privacidade e configurações de conta, aliadas à oferta de uma experiência online saudável.

A atuação britânica em segurança online tem sido motivo de atrito entre Washington e o governo de Downing Street, especialmente no âmbito do Online Safety Act, alvo de críticas sobre liberdade de expressão. Lideranças americanas veem a atuação como potencial viés regulatório.

Enquanto o primeiro-ministro britânico sinaliza novas medidas, esperam-se anúncios sobre a proibição de apps de redes sociais consideradas “perigosas” para usuários abaixo de 16 anos. Possíveis exceções para plataformas educativas são discutidas, entre elas a exclusão de serviços como YouTube Kids.

O embaixador americano em Londres destacou preocupações com regulamentações que imponham encargos de conformidade desproporcionais a empresas norte-americanas ou que apliquem regras diferentes entre plataformas similares. O governo britânico promete agir rapidamente com base na consulta.

Entretanto, é possível que haja revisões judiciais sobre o processo. A Meta, controladora de Facebook e Instagram, já abriu recursos judiciais contra o regulador do Reino Unido, contestando aspectos da regime de taxas e sanções previstos no Online Safety Act. A disputa envolve o cenário regulatório para plataformas de mídia social.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais