O que aconteceu envolve uma série de medidas e incidentes de imigração e controle de acesso nos Estados Unidos, associadas a jogos da Copa do Mundo de 2026. Relatos indicam restrições a membros de várias delegações e a participação de um árbitro da Somália.
Entre os episódios, está a proibição de a seleção iraniana pernoitar nos Estados Unidos, com hospedagem no México, apesar das partidas ocorrerem em território americano. Também houve negativa de vistos a pelo menos 15 integrantes da delegação iraniana.
Relatos adicionais apontam a retirada da cota de ingressos para torcedores iranianos e o interrogatório de sete horas a Aymen Hussein, artilheiro iraquiano, que afirmou ter se sentido tratado como criminoso. Fotógrafo oficial iraquiano também não teve entrada autorizada.
O caso também envolve a revista de membros da delegação uzbeque antes de entrar em um estádio em Nova York, com detector de metais e cães farejadores, procedimento não utilizado para a seleção holandesa, adversária no amistoso. O árbitro somalo Omar Artan, eleito melhor da temporada, teve a entrada negada.
A organização do evento respondeu por meio de nota da Fifa: Artan não poderá treinar nem apitar na Copa do Mundo de 2026, com a explicação de que a Fifa não interfere nos processos de imigração dos países-sede, que informaram a decisão. Más condições de autorização foram citadas pelas autoridades.
Gianni Infantino, presidente da Fifa, mantém silêncio sobre o assunto. A cobertura local e internacional tem variado, com relatos de tratamento diferenciado entre equipes de países ocidentais e outras nações. As informações refletem relatos de imprensa e comunicados oficiais.
A situação levanta questões sobre equilíbrio de procedimentos de imigração, segurança e organização de um grande evento esportivo, com impactos observados nos atletas, técnicos e membros de delegação. O tema permanece sob acompanhamento de órgãos competentes.
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