Os Estados Unidos registraram queda no turismo internacional no governo de Donald Trump, segundo informações analisadas pela imprensa. Nova York busca reverter esse cenário com a Copa do Mundo, que será disputada na região.
Em 2025, o país foi a única grande economia global a registrar recuo no turismo internacional, com queda de 5,5% em relação a 2024. A ausência de visitantes impactou cerca de US$ 8,5 bilhões na economia, segundo levantamentos setoriais.
Globalmente, mais de 1 bilhão de pessoas viajaram entre países em 2025, 60 milhões a mais que no ano anterior. Enquanto muitos mercados cresceram, os Estados Unidos tiveram desempenho desfavorável, o que reforça a necessidade de estratégias de atração turística.
Nova York, porta de entrada dominante, concentra esforços para atrair visitantes durante a Copa do Mundo. A cidade espera receber mais de 1 milhão de visitantes ligados ao torneio, com 8 jogos na região e 34 eventos oficiais apoiados pela prefeitura.
A programação inclui exibições públicas com grandes telões, atividades em restaurantes e em espaços culturais, como o Museu de História Natural. O objetivo é combinar esporte, ciência e cultura para atrair turistas que aproveitem o clima da Copa.
Alex Lasry, presidente do comitê organizador em Nova York e Nova Jersey, reforçou o otimismo da região diante do Mundial, destacando o potencial de maximizar a visibilidade da cidade em evento de alto nível.
Além do estádio, a cidade aposta na participação de torcedores de diversas nacionalidades, ressaltando uma atmosfera de acolhimento e inclusão. A meta é mostrar que Nova York é um destino turístico diverso e receptivo.
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