A contratação de seguros para a Copa do Mundo da FIFA de 2026 ficou mais complexa devido ao atual cenário geopolítico. Patrocinadores, organizadores e parceiros comerciais enfrentam novos riscos que vão além das partidas em campo, incluindo violência política, interrupções de viagens e riscos transfronteiriços.
Segundo corretores e seguradoras especializados em contingências, o processo de seguro para o evento tem apresentado maior dificuldade na reta final. A pesquisa foi divulgada pela revista The Insurer, com base em contatos no setor.
A Copa de 2026 terá 48 seleções disputando partidas em três países, o que amplia a exposição a eventos políticos e logísticos. Esse arranjo geográfico eleva a necessidade de coberturas mais amplas e ajustes nos prêmios, segundo fontes do mercado.
Organizadores, patrocinadores e fornecedores de serviços logísticos avaliam opções para mitigar riscos, incluindo cláusulas de contingência e cenários de atraso de viagens. A tendência é buscar proteção financeira mais robusta diante do cenário global atual.
As avaliações destacam que, ainda assim, a competição deve manter o cronograma, mas com medidas adicionais de gestão de risco. Profissionais do setor ressaltam que o objetivo é equilibrar cobertura adequada e viabilidade econômica.
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