Karine Alves, repórter da Globo, relatou uma abordagem constrangedora ao chegar aos Estados Unidos para acompanhar a Copa do Mundo 2026. Ela contou ao Bom Dia Brasil, ao vivo, que houve exigência de levantar o cabelo durante a fiscalização de imigração, de forma ríspida, o que a deixou sem ação por alguns momentos.
A jornalista disse que o procedimento não foi isolado e citou relatos de outras mulheres negras que passariam pela mesma exigência na chegada ao país. Ela observou que, ainda na pista, torcedores e profissionais estariam sendo revistados com detector de metal, o que reforçaria o clima tenso desde o desembarque.
Karine afirmou que o episódio ocorreu antes do início da Copa e que o relato visa trazer compreensão sobre as práticas adotadas na fronteira norte-americana, especialmente para quem acompanha o torneio. Ela ressaltou a presença de diferentes procedimentos de segurança na chegada ao país.
Outros relatos recentes
Casos envolvendo torcedores do Irã para ingressar nos EUA também ganharam repercussão, assim como dificuldades relatadas por um árbitro da Somália para entrar no país, mesmo com visto válido. As situações ampliam o debate sobre o tratamento de equipes e profissionais na temporada.
A comentarista Ana Paula Araújo avaliou que o ambiente na chegada de delegações e jornalistas tem gerado preocupação. Ela apontou um tom menos receptivo na narrativa de acolhimento, que normalmente acompanha grandes eventos esportivos.
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