Rússia perde terreno na corrida da IA por falta de chips e acesso restrito a modelos ocidentais como ChatGPT. Mesmo possuindo soluções próprias, o país depende de tecnologias nacionais menos avançadas.
Entre os modelos russos disponíveis, o GigaChat é o mais desenvolvido, criado pela Sberbank e acessível apenas para usuários com conta na instituição. Sua evolução enfrenta limitações de hardware e software.
Outro destaque é o Yandex Alice, da empresa de busca, que funciona como chatbot em russo e inglês na web, mas ainda não rivaliza com as grandes plataformas ocidentais. Ele é usado principalmente em contextos de atendimento.
A operadora MTS também desenvolve IA, com o MTS AI voltado a empresas. Os modelos Cotype apoiam a criação de agentes para aplicações corporativas, porém com alcance menor que soluções globais.
Desvantagens tecnológicas e impactos
A falta de chips avançados e de tecnologias dos EUA reduziu o ritmo de evolução. Em comparação, lançamentos recentes de OpenAI e concorrentes sugerem disparidade entre a Rússia e o que há no Ocidente.
Especialistas ressaltam que a janela de inovação ficou mais estreita. Sem acesso a ecossistemas ocidentais, as opções russas priorizam usos internos e serviços para cidadãos, limitando exportação de IA de ponta.
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