A Copa do Mundo de 2026 terá a segurança coordenada por uma força-tarefa que envolve mais de dez agências de três países. A operação é inédita pela abrangência continental, com sede nos Estados Unidos, no Canadá e no México. O objetivo é proteger o torneio que reunirá 48 seleções e 104 jogos.
A ideia central é a cooperação entre departamentos de diferentes nações, mantendo autonomia institucional de cada um. A sincronização entre autoridades norte-americanas, canadenses e mexicanas será essencial para enfrentar riscos variados em cada país, sem desfavorecer a operabilidade local.
Nos Estados Unidos, a diversidade de leis estaduais exige uma gestão integrada das ações de segurança. No México, a atuação da Guarda Nacional ocorre em contexto civil com características próprias, enquanto o Canadá mantém estruturas de cooperação entre órgãos federais e provinciais.
Áreas de atuação
As fronteiras e vistos serão tratados pela CBP, em conjunto com a CBSA e o INM, para triagem de visitantes. O combate ao terrorismo envolverá FBI e CSIS, com compartilhamento de informações sensíveis entre parceiros. A Interpol atuará na identificação de suspeitos com ligações internacionais.
Na defesa aérea, NORAD terá papel central, com a FAA controlando o uso de drones próximos aos estádios. O policiamento urbano contará com apoio logístico da Guarda Nacional, mas a segurança direta ficará com aspolícias locais, conforme a legislação de cada cidade.
Forças de segurança também realizarão varreduras antibombas nos locais do evento. A prevenção de conflitos entre torcedores, incluindo hooligans, também está entre as responsabilidades das equipes de policiamento urbano.
A coordenação entre agências busca uma atuação integrada, com operações sincrônicas para manter o torneio sob controle. A expectativa é realizar a Copa de 2026 com padrão de segurança elevado, mantendo a neutralidade e a eficiência operacional.
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