Horas antes da abertura da Copa do Mundo, famílias de desaparecidos, apoiadas por organizações sociais, marcharam na Calzada de Tlalpan, na Cidade do México. O ato pediu mais agilidade nas buscas e na identificação de corpos, levando o tema para o centro da atenção internacional.
Intitulada “Vamos Iluminar a Busca”, a mobilização reúne familiares de vítimas e representantes de entidades de pelo menos dez estados. Os organizadores disseram que o protesto é pacífico e que não pretende atrapalhar o fluxo para o estádio Azteca.
Autoridades locais montaram bloqueios para evitar que o grupo se aproxime do estádio e interrompa a chegada de torcedores. A manifestação ocorre na mesma semana em que o México recebe a Copa do Mundo pela terceira vez.
Protesto durante a Copa
O estádio Azteca receberá cinco jogos nesta edição: três da fase de grupos, incluindo a abertura entre México e África do Sul; um da etapa de 32 avos e uma oitava de final. Ao todo, a casa sediará 24 partidas de Mundiais ao longo de sua história.
O time anfitrião entra em campo hoje às 16h (horário de Brasília) contra a África do Sul. Em casa, o México aposta na força histórica do estádio Azteca como um dos diferenciais no torneio.
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