Um tribunal na Tailândia condenou dois homens à pena de morte por planejar e realizar o ataque terrorista mais mortal do país, em Bangkok, em 17 de agosto de 2015. A explosão ocorreu junto ao Erawan, ponto turístico central, matando 20 pessoas e ferindo mais de 120.
Os condenados são Uyghures, oriundos da minoria chinesa, Bilal Mohammad e Yusufu Mierali. Bilal Mohammad estava escondido na periferia de Bangkok, com passaporte turco falso, enquanto Yusufu Mierali foi preso no Camboja e entregue à Tailândia.
O ataque e a investigação
O bombista deixou uma mochila sob um banco; outra cena de explosão ocorreu a partir de um segundo artefato que foi jogado em um canal, sem detonar. Câmeras da região apresentaram falhas, e o governo ordenou a limpeza rápida do local, que reabriu dois dias após o ataque.
Arrestos foram efetuados até duas semanas depois do ataque, incluindo 13 pessoas com mandados emitidos. A polícia inicialmente afirmou que nenhum dos suspeitos era o autor da explosão, o que gerou controvérsia sobre a condução do caso.
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