Os líderes do G7 se reúnem na França, em Evian-les-Bains, entre 15 e 17 de junho, após EUA e Irã anunciarem um acordo preliminar para encerrar o conflito entre as duas nações. A reunião prioriza próximos passos sobre o Irã, além de guerra na Ucrânia e questões econômicas globais.
O acordo entre EUA e Irã prevê um cessar-fogo com discussões de 60 dias sobre um acordo mais amplo, incluindo sanções e o programa nuclear. O Estreito de Ormuz deve ser reaberto conforme o presidente Donald Trump afirmou, e o Irã almeja alívios em sanções durante as negociações.
Em Berlim, a parte iraniana divulgou que operações militares em várias frentes, incluindo o Líbano, estariam encerradas a partir da noite de segunda-feira, segundo o governo iraniano. Detalhes do memorando de entendimento ainda não foram tornados públicos.
Participam do encontro do G7 Emirados Árabes Unidos, Catar e Egito, além de mediadores regionais que acompanham a crise. A Isenção de sanções e o equilíbrio regional costumam estar entre os pontos sensíveis a serem discutidos.
O momento também envolve a cúpula de Emmanuel Macron com Trump. O anfitrião francês espera consolidar medidas para enfrentar desequilíbrios macroeconômicos globais antes da transição de liderança no G7 e do G20 neste ano.
Macron recebeu Trump em reunião marcada para um jantar de gala no Palácio de Versalhes, incluindo discussões formais durante a cúpula. A França pretende manter o G7 como fórum para cooperar em temas econômicos e diplomáticos.
A expectativa é que a pauta inclua a cooperação sobre minerais estratégicos fora da China e o apoio financeiro à Ucrânia. Quóruns de discussão devem abordar financiamento e assistência militar aos aliados, com ênfase em continuidade de apoio internacional.
Entre os convidados estão Brasil, Índia, Quênia e Coreia do Sul, chamados para contribuir com debates sobre comércio, clima e segurança. Macron defende que a China aumente seu consumo para reduzir desequilíbrios globais.
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