Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, foi recebido pelo chefe de Estado da França, Emmanuel Macron, na cidade de Évian-les-Bains, em 15 de junho. A reunião pauta a relação bilateral e a participação brasileira em eventos internacionais programados para aquela semana.
No dia seguinte, Lula integrou a agenda oficial do G7, grupo que reúne as economias mais desenvolvidas. Embora o Brasil não faça parte do bloco, o presidente recebeu convite para acompanhar as sessões e manter contatos com líderes presentes, entre eles o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que já está na cidade-sede.
Pelo que foi divulgado nas redes, Lula ressaltou a visão brasileira de paz, multilateralismo e desenvolvimento sustentável, destacando o papel do Brasil no Sul Global. A agenda do G7 incluiu temas como guerras no Oriente Médio, economia mundial e materiais críticos.
G7 e agenda paralela
Além das sessões, o encontro deve movimentar conversas sobre as tarifas impostas pelo Brasil a produtos importados, com rumores de uma possível conversa entre Lula e Trump sobre o tema, ainda sem confirmação de reunião oficial. As tarifas já vigoram desde 1º de junho, com até 25% em alguns itens.
Lula também busca apoio para reverter restrições europeias a produtos agropecuários brasileiros, objetivo que integra a sua viagem à Europa e segue como prioridade do governo brasileiro.
Encontro com autoridades suíças e retorno ao Brasil
Deslocando-se à Suíça, por proximidade com Évian, o presidente brasileiro encontrou o presidente suíço, Guy Parmelin, para tratar de exportações. Nos últimos meses, o Brasil tem intensificado relações com países vizinhos na esteira de medidas protecionistas dos EUA.
A agenda de Lula prevê retorno ao Brasil na quinta-feira, 18 de junho, mantendo foco em ampliar relações comerciais e reforçar a presença brasileira em fóruns internacionais.
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