O Grupo dos Sete (G7) declarou apoio inabalável à Ucrânia, incluindo ampliar a ajuda em defesa aérea a Kiev e intensificar as sanções contra a Rússia. A posição é apresentada como tomada com aval de Donald Trump.
A declaração, divulgada pelo Palácio do Eliseu, afirma que as sanções ao setor de petróleo e gás russo serão fortalecidas. Os líderes disseram que este é o momento adequado para avançar, citando um acordo entre EUA e Irã para reabrir o Estreito de Ormuz.
O texto também sinaliza apoio a um acordo diplomático subsequente com o Irã, buscando uma solução robusta e abrangente, e a disposição de contribuir para sua implementação. Ao mesmo tempo, reforça a necessidade de negociação diplomática.
Além disso, o G7 menciona apoio aos esforços do Líbano para desarmar o Hezbollah, por meio de um cessar-fogo estável. Em relação a Gaza, haverá ampliação de ações humanitárias e de reconstrução na região.
No Atlântico Oriental, a declaração enfatiza ações coordenadas entre aliados para reduzir riscos de escaladas. No âmbito da região Indo-Pacífico, os líderes se opõem a mudanças de status quo pela força ou coerção.
Contexto geopolítico
O grupo reitera a oposição a intensões unilaterais no mar da China Oriental e Meridional, bem como no Estreito de Taiwan. A meta é manter livre trânsito naval e estabilidade regional, segundo o documento.
Desdobramentos regionais
A nota pública ressalta que o apoio a Kiev envolve mais recursos de defesa e coordenação estratégica com parceiros europeus e norte-americanos. As sanções ocorrem em meio a pressões para resposta econômica coordenada.
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