Trump critica a atuação de Israel no Líbano e sugere que a Síria poderia enfrentar o Hezbollah; afirmou que Tel Aviv atua há tempo demais contra o grupo e que muitas pessoas morreram. As declarações foram feitas durante a cúpula do G7, na França, no dia 16 de junho.
O presidente dos EUA disse ter boa relação com o premiê israelense, mas pediu responsabilidade ao governo de Netanyahu. Segundo Trump, Israel enfrenta o Hezbollah há muito tempo e o país deve considerar a intervenção síria no conflito.
Conforme reportado, o Líbano foi atraído para a violência após o Hezbollah atacar Israel com apoio ao Irã. Israel respondeu, ocupando parte do sul do Líbano e gerando deslocamentos de milhões de pessoas. O alvo de Trump foi reduzir o que ele vê como escalada prolongada.
Contexto regional
Trump afirmou que sugeriu a Netanyahu que deixe a Síria lidar com o Hezbollah. O ponto é que a Síria mantém oposição ao Hezbollah e já recebeu apoio de aliados regionais, o que compõe o cenário de atuação.
Apesar da fala de Trump, partes envolvidas mantêm versões distintas sobre a evolução do acordo entre EUA e Irã para encerrar a guerra na região. O pacto envolve questões pendentes sobre o desarmamento do Hezbollah.
Desdobramentos globais
O tom do discurso de Trump ocorreu após reunião com o presidente ucraniano e outros líderes do G7, com foco na defesa aérea da Ucrânia e na busca de cessar-fogo com a Rússia. O ex-presidente ainda sinalizou apoio a ações adicionais para acelerar o fim do conflito.
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