O bloco de aliados confirmou que Kyiv poderá licenciar empresas sediadas na Ukraine para fabricar mísseis de alcance longo e sistemas de defesa aérea. A medida busca preencher déficits de munição de defesa aérea diante de estoques em declínio. O anúncio teve apoio de países do G7 e dos EUA.
Segundo o acordo, as licenças permitem que fabricantes europeus e ucranianos participem da produção, com escritórios nos EUA potencialmente autorizados a conceder autorizações a fabricantes europeus. A ideia é ampliar capacidades de defesa e, ainda, explorar produção doméstica na Ucrânia.
A notícia ocorre em meio a uma ênfase renovada em pressionar a Rússia para encerrar o conflito, com líderes do G7 sinalizando maior unidade. O encontro refletiu uma percepção de mudança na abordagem dos EUA, segundo analistas, e a perspectiva de maior cooperação entre aliados para fortalecimentos militares.
Fontes próximas às negociações indicam que, além de sistemas de defesa, pode haver apoio a capacidades de penetrar defesas inimigas, desde que sob licenciamento. A resposta internacional ocorre diante de críticas a prazos de deslocamento de tropas e de alta demanda por interceptores contra mísseis cruzeiro e balísticos.
Em Londres, Paris e outros palcos diplomáticos, a condução da resposta tem sido orientada por coordenação entre líderes europeus e Washington. O objetivo é acelerar fornecimentos e ampliar a produção, mantendo a Ucrânia com capacidade de defesa diante de ameaças contínuas.
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