A assinatura de um acordo de 14 pontos entre os Estados Unidos e o Irã foi anunciada nesta semana, com a assinatura física do memorando ocorrendo na quarta-feira, 17, entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian. O documento prevê medidas para avançar a normalização entre as duas nações.
Segundo autoridades do Irã e do Paquistão, o acordo entrou em vigor de imediato, marcando o início de uma nova fase na diplomacia regional. O Paquistão afirmou que o memorando determina medidas iniciais, entre elas a reabertura do Estreito de Ormuz e o fim progressivo do bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos.
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, destacou o papel de mediação de Islamabad e reforçou o compromisso de resolver o conflito por vias diplomáticas. A assinatura ocorreu em meio a encontros de alto nível com líderes estrangeiros na configuração de lideranças internacionais.
Em respostas internacionais, o presidente francês Emmanuel Macron afirmou que o acordo abre caminho para uma paz duradoura e pode impactar os preços globais de energia. O chanceler chinês, Wang Yi, disse que chega o alvorecer da paz, conforme divulgação da imprensa estatal.
O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, comentou que o memorando reduz a capacidade nuclear iraniana e facilita a liberdade de navegação. A leitura oficial aponta ganhos estratégicos para aliados ocidentais e para a estabilidade regional.
Entre membros do Congresso dos EUA, as reações foram mistas. Alguns senadores democratas manifestaram críticas, sugerindo que o acordo favorece o Irã. Houve ressalvas sobre impactos econômicos e de segurança para os Estados Unidos.
A senadora Elizabeth Warren disse entender que o Irã pode sair ganhando com o entendimento, mas afirmou que a fórmula não beneficia famílias americanas. O senador Adam Schiff classificou o acordo como favorável ao Irã e menos vantajoso aos EUA.
O debate no Capitólio refletiu divergência entre apoio à diplomacia e cautela quanto a garantias de cumprimento. Ainda não houve alterações imediatas no arsenal econômico ou militar dos EUA anunciadas pela Casa Branca.
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