O Irã afirmou nesta terça-feira que irá fechar o Estreito de Hormuz, acusando os Estados Unidos e Israel de violar um acordo de cessar-fogo assinado recentemente. A medida foi anunciada pela Marinha dos Guardiões da Revolução (IRGC), em meio a tensões na região.
Segundo o governo iraniano, a decisão de fechar o estreito se sustenta na alegação de violações do cessar-fogo por parte de Washington e Tel Aviv. A retirada de responsáveis por ataques recentes também foi citada como justificativa.
O Estreito de Hormuz é uma rota estratégica que concentra grande parte do petróleo mundial, com cerca de 20% do petróleo e gás natural liquefeito passando pela área. A agência estatal não afirmou quando o fechamento entraria em vigor.
Contexto do cessar-fogo e implicações
O acordo, segundo informações de fontes ligadas aos interessados no acordo, prevê 14 pontos para a redução do conflito na região. A semana anterior trouxe a assinatura do entendimento entre EUA e Irã, com vigência não especificada pelas partes.
Especialistas observam que o fechamento do estreito pode impactar o fluxo de óleo e a livre circulação naval na região. Autoridades internacionais devem monitorar a evolução das ações anunciadas pelo Irã.
Reações internacionais e próximos passos
Comunidades diplomáticas pedem moderação e cumprimento de compromissos do cessar-fogo. Não houve confirmação independente sobre a veracidade das afirmações iranianas ou sobre incidentes específicos que motivaram a decisão.
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