O presidente Vladimir Putin enfrenta novos impactos da guerra na Ucrânia, com explosões em Moscou atingindo refinarias e provocando fumaça sobre a capital. A ofensiva elevou danos econômicos e o descontentamento interno, segundo relatos.
Vídeos nas redes mostram drones derrubando defesas aéreas em Moscou e atingindo infraestruturas estratégicas. Uma refinaria teve o telhado arrancado, a menos de 15 quilômetros do Kremlin, acendendo incêndios que dificultam o abastecimento local.
O episódio ocorre em meio a críticas sobre isolamento de Putin diante da crise econômica gerada pelos ataques ucranianos. Além disso, há relatos de pressão sobre o regime para responder de forma contundente e manter o controle do espaço aéreo.
Desdobramentos políticos e militares
Zelensky qualificou os ataques como resposta aos bombardeios russos que atingiram Kiev. Em Washington, aliados discutem condições para um cessar-fogo equilibrado e a reavaliação de estoques de defesa da Otan.
Especialistas apontam que a Rússia tem enfrentado dificuldades para sustentar operações em larga escala, com questões de recrutamento e logística afetando a capacidade de resposta.
Trump, no contexto do G7, adotou tom ambíguo, alternando entre críticas e sinalizações de apoio à Ucrânia, sem indicar estratégia definitiva. A Ucrânia sinaliza busca por fontes de defesa com licenças para suprir estoques.
Os analistas destacam ainda que as mudanças climáticas na atmosfera internacional elevam a pressão sobre Moscou, com diversos países buscando caminhos diplomáticos.
Putin já reconheceu danos econômicos decorrentes dos ataques, mas mantém a postura de endurecimento, sugerindo retaliações caso necessário. Observa-se tentativas de controle de mensagens para conter dissidência interna.
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