O relacionamento entre Keir Starmer e Donald Trump começou a se deteriorar durante a escalada da guerra entre EUA/Israel e Irã. A discordância central foi a recusa britânica em permitir o uso de bases do Reino Unido para ataques contra o Irã.
Com o passar dos meses, a insatisfação de Trump ficou explícita: ele criticou a posição britânica como pouco cooperativa e afirmou que não se trata de Winston Churchill, referindo-se a Starmer. A divulgação ocorreu nas redes sociais.
Starmer revisou publicamente seu posicionamento ao defender que enviar tropas britânicas exigiria um plano claro de saída e objetivos. Em março, o premier lembrou ter mantido seus princípios, indicando que a abordagem poderia ser correta.
O chefe de governo britânico também enfatizou que decisões sobre participação militar cabem ao primeiro-ministro, citando críticas recebidas pela decisão de não entrar no conflito contra o Irã. O tema permanece central na relação com Washington.
A tensão ganhou contornos políticos locais quando Nigel Farage, aliado de Trump, chamou eleições gerais no Reino Unido após a renúncia de Starmer, sugerindo consequências políticas pelo alinhamento com o EUA.
Em abril, houve menção de uma posição firme de Starmer sobre a guerra: a posição foi mantida desde o início, com afirmação de não deixar o país se arrastar para o conflito sem condições de saída.
Deterioração da relação e pontos-chave
A relação começou a se complicar com a recusa britânica de apoiar ações de ataque contra o Irã. A discussão envolveu uso de bases e alinhamento estratégico entre Londres e Washington.
Ainda no presente, Trump manifestou críticas públicas à postura de Starmer, enquanto o premiê manteve o foco em estratégias de defesa e soberania nacional, rejeitando participação sem planejamento claro.
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