O governo dos EUA voltou a bombardear o Estreito de Ormuz nesta sexta-feira (26/6), em retaliação ao ataque de drones iranianos a um navio cargueiro na quinta (25/6). O objetivo foi atingido, segundo o Comando Central das Forças Armadas dos EUA, em locais de armazenamento de mísseis e drones iranianos, além de estações de radar costeiras.
A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) informou ter atacado posições militares norte-americanas na região, sem detalhes adicionais. Em nota, as forças iranianas condenaram os bombardeios e alertaram que novas agressões poderão provocar ataques mais amplos.
Explosões foram ouvidas na cidade de Sirik, no sul do Irã, conforme a rede Al Jazeera, e a torre de comunicações de uma emissora local pode ter sido atingida. Não houve confirmação independente sobre danos ou vítimas.
Ainda não fica claro se o ataque de drones foi realizado por forças iranianas. As operações de evacuação de navios retidos no Estreito foram interrompidas durante a escalada.
O secretário-geral da Organização Marítima Internacional, Arsenio Dominguez, informou que as operações estão suspensas temporariamente para confirmar garantias de segurança para navios e tripulações na região.
Reação diplomática e alegações seguem em disputa. O vice-presidente norte-americano, JD Vance, acusou o Irã de violar o cessar-fogo vigente desde 17 de junho.
A disputa envolve diversas nações e organizações que monitoram a segurança marítima na região, buscando evitar nova escalada e proteger rotas comerciais vitais.
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