O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira (10) que mais de 175 mil vistos de estrangeiros foram revogados durante o governo do presidente Donald Trump. Segundo o órgão, as medidas atingiram pessoas que violaram as condições dos vistos, cometeram crimes, defenderam violência contra cidadãos americanos, praticaram fraudes ou representaram riscos à segurança nacional.
De acordo com o governo norte-americano, a maior parte das revogações ocorreu após abordagens ou ocorrências policiais relacionadas a atividades criminosas. Entre os principais motivos estão agressão, dirigir sob influência de álcool ou drogas, furtos e crimes relacionados a entorpecentes.
O Departamento de Estado também citou casos de direção imprudente, agressão sexual, abuso infantil, fraude e apropriação indevida de recursos entre as situações que resultaram na perda dos vistos.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira (10) que mais de 175 mil vistos de estrangeiros foram revogados durante o governo do presidente Donald Trump. Segundo o órgão, as medidas atingiram pessoas que violaram as condições dos vistos, cometeram crimes, defenderam violência contra cidadãos americanos, praticaram fraudes ou representaram riscos à segurança nacional.
O Departamento de Estado afirmou ter revogado mais de 100 vistos de pais envolvidos em turismo de nascimento em uma embaixada dos EUA no norte da África. A prática ocorre quando estrangeiros viajam ao país principalmente para dar à luz com o objetivo de obter cidadania americana para os filhos.
De acordo com o governo norte-americano, a maior parte das revogações ocorreu após abordagens ou ocorrências policiais relacionadas a atividades criminosas. Entre os principais motivos estão agressão, dirigir sob influência de álcool ou drogas, furtos e crimes relacionados a entorpecentes. O Departamento de Estado também citou casos de direção imprudente, agressão sexual, abuso infantil, fraude e apropriação indevida de recursos entre as situações que resultaram na perda dos vistos.
A pasta afirmou que as revogações fazem parte de operações contínuas de verificação dos estrangeiros que receberam autorização para entrar nos Estados Unidos. O objetivo, segundo o governo, é garantir que os beneficiários cumpram as condições estabelecidas e não representem ameaça à população.
Casos citados pelo governo
No documento, o Departamento de Estado apresentou exemplos de estrangeiros que tiveram os vistos revogados ou que passaram a ser considerados passíveis de deportação. Entre eles estão pessoas acusadas de estupro, sequestro, tráfico humano, exploração sexual de menores, violência doméstica e posse de material de abuso sexual infantil.
O governo também mencionou estrangeiros envolvidos em esquemas de fraude. Um dos casos citados envolve uma pessoa acusada de participar de um esquema que teria cobrado mais de US$ 5 milhões por serviços médicos falsos no programa Medicaid.
Outro caso envolve um estrangeiro que teria utilizado informações falsas sobre uma empresa e documentos forjados para conseguir um visto para os Estados Unidos.
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Motivações políticas e segurança nacional
O governo também incluiu entre os casos pessoas acusadas de defender ou celebrar violência contra cidadãos e autoridades dos Estados Unidos. O documento cita, por exemplo, estrangeiros que comemoraram o assassinato do ativista político Charlie Kirk.
O secretário de Estado, Marco Rubio, também determinou que diversos estrangeiros fossem considerados deportáveis por motivos relacionados à política externa. A lista inclui pessoas apontadas pelo governo como ligadas a operações de influência de regimes estrangeiros e indivíduos que teriam defendido violência contra o presidente dos Estados Unidos.
Ao divulgar os dados, o Departamento de Estado afirmou que continuará investigando e revogando vistos de estrangeiros que, segundo a avaliação do governo, representem ameaça à segurança dos americanos.
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