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Governo Trump revoga mais de 175 mil vistos de estrangeiros; entenda

Medida atingiu estrangeiros envolvidos em crimes, fraudes, violência e violações das regras migratórias

US President Donald Trump speaks during the funeral service for US Senator Lindsey Graham at the Washington National Cathedral in Washington, DC, on July 28, 2026. Graham, a South Carolina Republican and key Trump ally who was elected to the Senate four times, died at age 71 on July 11. (Photo by Alex Brandon / POOL / AFP)
Donald Trump discursando em Washington DC. | ALEX BRANDON / POOL / AFP

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira (10) que mais de 175 mil vistos de estrangeiros foram revogados durante o governo do presidente Donald Trump. Segundo o órgão, as medidas atingiram pessoas que violaram as condições dos vistos, cometeram crimes, defenderam violência contra cidadãos americanos, praticaram fraudes ou representaram riscos à segurança nacional.

De acordo com o governo norte-americano, a maior parte das revogações ocorreu após abordagens ou ocorrências policiais relacionadas a atividades criminosas. Entre os principais motivos estão agressão, dirigir sob influência de álcool ou drogas, furtos e crimes relacionados a entorpecentes.

O Departamento de Estado também citou casos de direção imprudente, agressão sexual, abuso infantil, fraude e apropriação indevida de recursos entre as situações que resultaram na perda dos vistos.

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira (10) que mais de 175 mil vistos de estrangeiros foram revogados durante o governo do presidente Donald Trump. Segundo o órgão, as medidas atingiram pessoas que violaram as condições dos vistos, cometeram crimes, defenderam violência contra cidadãos americanos, praticaram fraudes ou representaram riscos à segurança nacional.

O Departamento de Estado afirmou ter revogado mais de 100 vistos de pais envolvidos em turismo de nascimento em uma embaixada dos EUA no norte da África. A prática ocorre quando estrangeiros viajam ao país principalmente para dar à luz com o objetivo de obter cidadania americana para os filhos.

De acordo com o governo norte-americano, a maior parte das revogações ocorreu após abordagens ou ocorrências policiais relacionadas a atividades criminosas. Entre os principais motivos estão agressão, dirigir sob influência de álcool ou drogas, furtos e crimes relacionados a entorpecentes. O Departamento de Estado também citou casos de direção imprudente, agressão sexual, abuso infantil, fraude e apropriação indevida de recursos entre as situações que resultaram na perda dos vistos.

A pasta afirmou que as revogações fazem parte de operações contínuas de verificação dos estrangeiros que receberam autorização para entrar nos Estados Unidos. O objetivo, segundo o governo, é garantir que os beneficiários cumpram as condições estabelecidas e não representem ameaça à população.

Casos citados pelo governo

No documento, o Departamento de Estado apresentou exemplos de estrangeiros que tiveram os vistos revogados ou que passaram a ser considerados passíveis de deportação. Entre eles estão pessoas acusadas de estupro, sequestro, tráfico humano, exploração sexual de menores, violência doméstica e posse de material de abuso sexual infantil.

O governo também mencionou estrangeiros envolvidos em esquemas de fraude. Um dos casos citados envolve uma pessoa acusada de participar de um esquema que teria cobrado mais de US$ 5 milhões por serviços médicos falsos no programa Medicaid.

Outro caso envolve um estrangeiro que teria utilizado informações falsas sobre uma empresa e documentos forjados para conseguir um visto para os Estados Unidos.

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Motivações políticas e segurança nacional

O governo também incluiu entre os casos pessoas acusadas de defender ou celebrar violência contra cidadãos e autoridades dos Estados Unidos. O documento cita, por exemplo, estrangeiros que comemoraram o assassinato do ativista político Charlie Kirk.

O secretário de Estado, Marco Rubio, também determinou que diversos estrangeiros fossem considerados deportáveis por motivos relacionados à política externa. A lista inclui pessoas apontadas pelo governo como ligadas a operações de influência de regimes estrangeiros e indivíduos que teriam defendido violência contra o presidente dos Estados Unidos.

Ao divulgar os dados, o Departamento de Estado afirmou que continuará investigando e revogando vistos de estrangeiros que, segundo a avaliação do governo, representem ameaça à segurança dos americanos.

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