O El Niño que está se formando sobre o Oceano Pacífico pode ser o mais intenso já registrado na história recente, segundo um alerta divulgado nesta sexta-feira (21) pelo serviço meteorológico britânico Met Office.
De acordo com as projeções mais recentes, as temperaturas da superfície do mar no Pacífico equatorial podem aumentar em mais de 3°C até o fim deste ano. Em um El Niño considerado típico, o aquecimento fica entre 1°C e 2°C. A partir de 2°C, o evento já é classificado como de grande magnitude.
O El Niño que está se formando sobre o Oceano Pacífico pode ser o mais intenso já registrado na história recente, segundo um alerta divulgado nesta sexta-feira (21) pelo serviço meteorológico britânico Met Office.
De acordo com as projeções mais recentes, as temperaturas da superfície do mar no Pacífico equatorial podem aumentar em mais de 3°C até o fim deste ano. Em um El Niño considerado típico, o aquecimento fica entre 1°C e 2°C. A partir de 2°C, o evento já é classificado como de grande magnitude.
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O Met Office afirma que, caso as previsões se confirmem, o El Niño de 2026 superará amplamente os eventos observados nas últimas décadas. O fenômeno também pode se tornar o maior registrado desde o século 19.
“Isso significa que, se a previsão estiver correta — e outros sistemas de previsão indicarem valores extremos semelhantes —, então 2026 superará em muito nossa experiência recente com o El Niño e suas influências climáticas em todo o mundo”, afirmou Adam Scaife, chefe de previsões de longo prazo do Met Office.
2027 pode ser o ano mais quente da história
O forte El Niño também deve contribuir para um aumento expressivo das temperaturas globais. Segundo o Met Office, é muito provável que 2027 supere 2024 como o ano mais quente já registrado.
O fenômeno ocorre naturalmente a cada dois a sete anos e está associado ao aquecimento anormal das águas superficiais do Pacífico oriental, provocado pelo enfraquecimento dos ventos alísios. Em geral, o El Niño dura entre nove e 12 meses.
Embora seja um fenômeno natural, seus efeitos se espalham por diferentes regiões do planeta e podem alterar padrões de chuva e temperatura. Entre as consequências estão períodos de seca, chuvas intensas e impactos sobre a produção agrícola.
*Com informações da Reuters
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