A polícia austríaca informou que dois criminosos levaram, em plena luz do dia, um raro colar da Van Cleef & Arpels exposto em um museu da Áustria. Cravejada em platina, a peça é avaliada em 4 milhões de euros (aproximadamente R$ 24 milhões), reúne 673 pedras preciosas e ultrapassa 200 quilates. Dois homens, que não […]
A polícia austríaca informou que dois criminosos levaram, em plena luz do dia, um raro colar da Van Cleef & Arpels exposto em um museu da Áustria. Cravejada em platina, a peça é avaliada em 4 milhões de euros (aproximadamente R$ 24 milhões), reúne 673 pedras preciosas e ultrapassa 200 quilates.
Dois homens, que não usavam máscara e haviam comprado ingressos, foram flagrados pelas câmeras de segurança do museu. Eles quebraram uma vitrine de vidro com um martelo antes de fugirem com a joia, informou a polícia austríaca em um comunicado divulgado na manhã desta sexta-feira (28). Um deles estava armado.
A joia estava em exposição como parte de uma mostra temporária dedicada à joalheria francesa Van Cleef & Arpels, fundada em 1906 na Place Vendôme, em Paris, e especializada em alta joalheria.
De 10 de junho a 27 de setembro, cerca de 500 peças estão em exposição, das quais mais de 300 pertencem à coleção da Van Cleef & Arpels e mais de 200 ao Museu de Artes Aplicadas de Viena (MAK).
Esta é uma joia de gala feita especialmente para a antiga família real egípcia, que a rainha Nazli usou em 1939 por ocasião do casamento de sua filha Faiza com o futuro xá Mohammad Reza Pahlavi.
Museu espanhol foi roubado um dia antes
Na quinta-feira, na Espanha, o Tesouro de Villena, uma coleção de ourivesaria considerada um dos tesouros da Idade do Bronze mais valiosos da Europa, foi quase totalmente roubado de um museu no sudeste do país.
O crime ocorreu na madrugada de quinta-feira e durou aproximadamente quatro minutos. Os ladrões levaram a maior parte dos objetos de ouro do Tesouro de Villena, mas não o conjunto completo. Também desapareceram três das quatro coroas históricas da Virgem das Virtudes e do Menino, que não fazem parte do tesouro pré-histórico.
Duas peças são especialmente raras porque foram produzidas com ferro proveniente de um meteorito: um bracelete, que permaneceu no museu, e uma semiesfera revestida de ouro, levada pelos assaltantes.
Na quarta-feira (26), poucas horas antes do roubo, pesquisadores publicaram um estudo confirmando que o âmbar presente em uma das peças veio da região do Mar Báltico.
(Com informações da AFP)
Entre na conversa da comunidade