O advogado Mark Lemley anunciou que não representará mais a Meta, após comentários considerados “neo-nazistas” feitos por Mark Zuckerberg. Em uma postagem no Bluesky, Lemley declarou: “Demiti a Meta como cliente”, ressaltando que, apesar de apoiar a empresa na disputa de direitos autorais sobre inteligência artificial (IA), não pode continuar a ser seu advogado por […]
O advogado Mark Lemley anunciou que não representará mais a Meta, após comentários considerados “neo-nazistas” feitos por Mark Zuckerberg. Em uma postagem no Bluesky, Lemley declarou: “Demiti a Meta como cliente”, ressaltando que, apesar de apoiar a empresa na disputa de direitos autorais sobre inteligência artificial (IA), não pode continuar a ser seu advogado por questões de consciência.
A decisão de Lemley ocorre em meio a mudanças nas diretrizes de checagem de conteúdo da Meta, que incluem a liberação de discursos de ódio, como a associação de orientações sexuais a doenças mentais e a objetificação das mulheres. Essas novas normas foram implementadas após Zuckerberg expressar a necessidade de uma “energia masculina” nas empresas de tecnologia, o que gerou controvérsia.
Além disso, Lemley mencionou que Zuckerberg está enfrentando uma “crise de meia-idade”, o que, segundo ele, influencia suas decisões e posturas recentes. O advogado também deixou claro que não apoiará os aliados de Zuckerberg, especialmente Elon Musk, em suas iniciativas.
A saída de Lemley representa um descontentamento crescente com a direção que a Meta está tomando sob a liderança de Zuckerberg, refletindo preocupações sobre a responsabilidade da plataforma em relação ao discurso de ódio e à desinformação.
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