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Sindicato repudia ataque de delegado e classifica crime como ‘atentado à dignidade humana’

- O delegado Mikhail Rocha e Menezes atacou três mulheres no Hospital Brasília. - O Sindicato Brasiliense de Hospitais (SBH) repudiou o ato como inaceitável. - O crime expõe riscos à segurança de profissionais de saúde e mulheres. - Mikhail fugiu com seu filho de 7 anos, mas foi preso pela PMDF. - O SBH reafirma seu compromisso com a defesa da vida e segurança das mulheres.

O Sindicato Brasiliense de Hospitais, Casas de Saúde e Clínicas (SBH) divulgou uma nota de repúdio nesta quinta-feira, 16 de janeiro, em resposta ao ataque perpetrado pelo delegado Mikhail Rocha e Menezes, de 46 anos, que feriu três mulheres, incluindo uma enfermeira. O sindicato expressou seu profundo lamento pelo incidente, classificando-o como um “atentado à […]

O Sindicato Brasiliense de Hospitais, Casas de Saúde e Clínicas (SBH) divulgou uma nota de repúdio nesta quinta-feira, 16 de janeiro, em resposta ao ataque perpetrado pelo delegado Mikhail Rocha e Menezes, de 46 anos, que feriu três mulheres, incluindo uma enfermeira. O sindicato expressou seu profundo lamento pelo incidente, classificando-o como um “atentado à dignidade humana” e ressaltou que tal ato não apenas expõe as mulheres a riscos inaceitáveis, mas também compromete a segurança dos profissionais de saúde.

O comunicado do SBH enfatiza a necessidade de proteção e respeito à vida, especialmente das mulheres que enfrentam a violência de gênero. O sindicato se solidarizou com as vítimas e a comunidade afetada, reafirmando seu compromisso com a defesa da segurança e dignidade de todos. O ataque ocorreu no Hospital Brasília, localizado no Lago Sul, onde o delegado disparou contra a chefe de enfermagem, Priscila Pessoa Rodrigues, de 45 anos, e outras duas pessoas.

Após o ataque, Mikhail fugiu com seu filho de sete anos, mas foi capturado pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). O delegado é lotado na 30ª Delegacia de Polícia, em São Sebastião, e o incidente gerou uma intensa movimentação policial na Rua Pipiripau, no Residencial Santa Mônica, onde o crime ocorreu. O caso levanta preocupações sobre a segurança no ambiente de trabalho dos profissionais de saúde e a crescente violência de gênero na sociedade.

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