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Blake Lively e Ryan Reynolds processados em US$ 400 milhões por Justin Baldoni por ‘sabotagem’

- A disputa judicial entre Blake Lively e Justin Baldoni começou em dezembro de 2024, com Lively acusando Baldoni de assédio sexual durante as filmagens de "É Assim Que Acaba". - Baldoni processou Lively e Ryan Reynolds por US$ 400 milhões, alegando extorsão civil e difamação, e acusou o casal de sabotagem do filme. - A equipe jurídica de Lively respondeu que o processo de Baldoni é uma tentativa de inverter a narrativa, caracterizando-o como um "manual do abusador". - O caso ganhou notoriedade ao envolver mensagens de texto que Baldoni afirma provarem suas alegações, incluindo referências a Taylor Swift. - A batalha legal expõe as complexidades das relações de poder em Hollywood, com ambos os lados buscando recuperar suas reputações.

A disputa judicial entre a atriz Blake Lively, 37, e o ator Justin Baldoni, 40, ganhou novos contornos com a recente ação de Baldoni, que processou Lively e seu marido, Ryan Reynolds, 48, por extorsão civil, difamação e invasão de privacidade. O ator exige uma indenização de US$ 400 milhões (aproximadamente R$ 2,41 bilhões) e […]

A disputa judicial entre a atriz Blake Lively, 37, e o ator Justin Baldoni, 40, ganhou novos contornos com a recente ação de Baldoni, que processou Lively e seu marido, Ryan Reynolds, 48, por extorsão civil, difamação e invasão de privacidade. O ator exige uma indenização de US$ 400 milhões (aproximadamente R$ 2,41 bilhões) e um julgamento por júri. Baldoni alega que o casal “sequestrou” seu filme, “É Assim Que Acaba”, e usou seu poder para prejudicar sua carreira e reputação.

A batalha legal começou em dezembro de 2024, quando Lively apresentou uma queixa de direitos civis, alegando assédio sexual por parte de Baldoni durante as filmagens. O diretor negou as acusações e, em resposta, processou o New York Times por US$ 250 milhões, alegando que o veículo publicou informações distorcidas sobre o caso. A equipe jurídica de Lively afirmou que o processo de Baldoni é uma tentativa de inverter os papéis de vítima e agressor, chamando-o de “manual do abusador”.

O processo de Baldoni, que contém 179 páginas, menciona que Lively tentou intimidá-lo usando a influência de uma “megacelebridade”, referindo-se possivelmente a Taylor Swift. Baldoni alega que Lively e Reynolds tentaram manipular o filme e sua produção, causando danos irreparáveis à sua carreira e à Wayfarer Studios, sua produtora. A disputa se intensificou com a inclusão de mensagens de texto que Baldoni afirma serem evidências de sua versão dos fatos.

Ambas as partes continuam a se acusar mutuamente, enquanto a disputa legal se desenrola em meio a um intenso escrutínio público. A saga não apenas envolve os protagonistas do filme, mas também destaca as complexidades e os desafios da indústria cinematográfica, onde questões de poder e reputação estão em jogo.

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