A Vivara (VIVA3) anunciou na noite de segunda-feira (20) a contratação de Elias Lima como novo Diretor Executivo, responsável pelos departamentos Financeiro e de Relações com Investidores (RI). Lima, que reportará ao CEO, possui uma trajetória de mais de 15 anos, tendo atuado na Kora Saúde (KRSA3) como Diretor de M&A/IR e CFO, além de […]
A Vivara (VIVA3) anunciou na noite de segunda-feira (20) a contratação de Elias Lima como novo Diretor Executivo, responsável pelos departamentos Financeiro e de Relações com Investidores (RI). Lima, que reportará ao CEO, possui uma trajetória de mais de 15 anos, tendo atuado na Kora Saúde (KRSA3) como Diretor de M&A/IR e CFO, além de experiências em private equity na H.I.G. Capital e no Pátria Investimentos. A XP Investimentos considera a contratação positiva, pois preenche uma posição importante que estava vaga desde a saída de Otávio Lyra em novembro de 2024.
Os analistas do Itaú BBA destacam que a ausência de um CFO gerou preocupações entre investidores, mas acreditam que a importância disso é menor devido ao perfil de baixa alavancagem da Vivara. Eles classificam o anúncio como neutro, ressaltando que a governança é um ponto de atenção, que deve ser monitorado ao longo do tempo. O Bradesco BBI também vê a contratação como um alívio, embora não espere mudanças imediatas na estratégia da empresa. O banco acredita que Lima pode contribuir para a gestão de despesas e otimização tributária.
A Vivara é considerada uma opção atrativa, com múltiplos de avaliação baixos e um retorno sobre o capital investido (Roic) superior a 20%. O Bradesco BBI mantém recomendação de outperform, com preço-alvo de R$ 35, enquanto o Itaú BBA projeta R$ 32 para o final de 2025. O JPMorgan também avalia positivamente a contratação, destacando a posição financeira confortável da Vivara, que possui caixa líquido e geração consistente de fluxo de caixa livre.
No mercado, as ações da Vivara apresentaram leve alta de 0,93%, sendo negociadas a R$ 19,63 no momento do anúncio. Em janeiro, a companhia acumula uma valorização de 2,45%, segundo dados do Ibovespa. Apesar das incertezas em relação à governança e à estratégia de crescimento, a expectativa é de que a nova liderança traga estabilidade e potencial de valorização para a empresa.
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