A autora relata um dia de estresse intenso, marcado pela posse de Donald Trump e a sensação de que a civilização está em colapso. Ela expressa sua aversão à voz e ao discurso de Trump, comparando sua reação à de um enfermeiro que não pode ter aversão ao sangue. Contudo, em um momento de clareza, […]
A autora relata um dia de estresse intenso, marcado pela posse de Donald Trump e a sensação de que a civilização está em colapso. Ela expressa sua aversão à voz e ao discurso de Trump, comparando sua reação à de um enfermeiro que não pode ter aversão ao sangue. Contudo, em um momento de clareza, percebe que a situação não é um problema pessoal, mas sim uma escolha coletiva da sociedade.
Observando a posse, a autora critica a hipocrisia dos democratas, que, apesar de considerarem Trump uma ameaça, comparecem ao evento. Ela menciona a recepção cordial entre Biden e Trump, refletindo sobre a normalização de situações que deveriam ser vistas com mais seriedade em um mundo polarizado. A autora sugere que a recusa de Trump em aceitar a derrota em 2020, embora mimada, é uma forma de sinceridade em meio à hipocrisia política.
A reflexão se aprofunda com a citação de Fintan O’Toole sobre o “Teste de Yeats”, que sugere que a frequência de citações do poeta indica um estado de crise. Apesar de encontrar um momento de paz interior, a autora não consegue ignorar a relevância do poema “The Second Coming”, que fala sobre a desintegração da ordem. Diante da incerteza do futuro, ela opta por buscar conforto na leitura, pedindo mais livros.
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