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Práticas policiais na guerra às drogas expõem desigualdade e violência no Rio de Janeiro

- Em 2017, 46,6% das mortes violentas no Rio estavam ligadas ao tráfico de drogas. - O Ipea destaca os custos sociais e econômicos do proibicionismo de drogas. - A nova pesquisa analisa a atuação policial na guerra às drogas no Rio. - Ações policiais podem agravar desigualdades e aumentar a violência nas periferias. - O estudo evidencia a necessidade de repensar a abordagem do sistema de segurança.

Dados do Ipea, divulgados em 2023, revelam que 46,6% das mortes violentas intencionais no Rio de Janeiro em 2017 estavam ligadas ao tráfico de drogas. O relatório destaca ainda os custos sociais e econômicos associados ao proibicionismo das drogas, além da redução da expectativa de vida da população. A pesquisa analisa a atuação policial na […]

Dados do Ipea, divulgados em 2023, revelam que 46,6% das mortes violentas intencionais no Rio de Janeiro em 2017 estavam ligadas ao tráfico de drogas. O relatório destaca ainda os custos sociais e econômicos associados ao proibicionismo das drogas, além da redução da expectativa de vida da população. A pesquisa analisa a atuação policial na guerra às drogas, evidenciando como essa abordagem pode perpetuar a desigualdade e a violência nas periferias da cidade e na região metropolitana. A investigação busca compreender as consequências das ações do sistema de segurança do Estado, que frequentemente intensificam os conflitos nas comunidades mais vulneráveis.

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