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Governadores buscam mudanças na lei do Propag para renegociação de dívidas estaduais

- Governadores de cinco estados se uniram para contestar vetos de Lula à lei do Propag. - A lei do Propag, sancionada em janeiro, visa renegociar dívidas estaduais com a União. - Vetos do presidente dificultaram adesão ao programa pelos estados endividados. - Cláudio Castro, governador do Rio, espera reunião com Davi Alcolumbre e Fernando Haddad. - Governadores acreditam que derrubada dos vetos terá apoio no Congresso Nacional.

Os governadores do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul se uniram para enviar ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, uma lista de alterações na lei do Propag, programa de renegociação das dívidas estaduais com a União. A lei, sancionada em janeiro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, […]

Os governadores do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul se uniram para enviar ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, uma lista de alterações na lei do Propag, programa de renegociação das dívidas estaduais com a União. A lei, sancionada em janeiro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu vetos que dificultaram a adesão dos estados com as maiores dívidas, levando os governadores a criticarem essas decisões e solicitarem mudanças.

O objetivo é derrubar parte dos vetos no Congresso, uma prerrogativa legislativa. O governador do Rio, Cláudio Castro, expressou a expectativa de que, com o pedido conjunto, Alcolumbre discuta o assunto com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Após essa conversa, o presidente do Senado convocaria uma reunião com os governadores em Brasília, conforme mencionado por Castro após uma reunião no Palácio Guanabara.

Em coletiva, Castro demonstrou otimismo quanto ao apoio para a derrubada dos vetos no Congresso, citando a ampla votação favorável à aprovação da lei como evidência de um acordo. Ele destacou que, se não houvesse consenso, a bancada do governo federal teria votado de forma diferente, indicando um alinhamento entre os interesses dos estados e a base governista.

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