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Demolição de construções irregulares perto do Complexo Penitenciário de Gericinó é realizada

- A Secretaria Municipal de Ordem Pública e o MPRJ demoliram construções irregulares na Zona Oeste do Rio. - As demolições visam combater facções que facilitam fugas e contrabando nas cadeias. - Estima-se um prejuízo de R$ 1 milhão aos responsáveis pelas edificações ilegais. - As construções estavam a menos de 250 metros do Complexo Penitenciário de Gericinó. - A operação inclui acompanhamento social para os moradores afetados pela ação.

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A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), em conjunto com o Ministério Público do Rio (MPRJ) e a Polícia Militar, demoliu, nesta terça-feira, 20 de fevereiro de 2024, construções irregulares em um loteamento clandestino próximo ao Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. As edificações, erguidas sem autorização, estavam localizadas a […]

A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), em conjunto com o Ministério Público do Rio (MPRJ) e a Polícia Militar, demoliu, nesta terça-feira, 20 de fevereiro de 2024, construções irregulares em um loteamento clandestino próximo ao Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. As edificações, erguidas sem autorização, estavam localizadas a menos de 250 metros da unidade prisional, em uma área onde a construção é proibida por lei devido à segurança.

Segundo o MPRJ, as invasões e construções na região são supostamente orquestradas por uma facção criminosa, com o objetivo de facilitar fugas e a entrada de itens proibidos nas prisões. Além das demolições, a Seop notificará os moradores locais, que receberão acompanhamento da Secretaria Municipal de Assistência Social. Engenheiros da prefeitura estimam que os responsáveis pelas construções terão um prejuízo de R$ 1 milhão.

O secretário de Ordem Pública, Brenno Carnevale, afirmou: “Não podemos deixar que construções sejam feitas tão próximas ao presídio. Já atuamos na região anteriormente e voltaremos quantas vezes forem necessárias.” Em agosto de 2024, a Seop já havia realizado uma operação na mesma área, onde também demoliu construções irregulares e desfez um loteamento ilegal que ocupava cerca de 150.000 m².

Durante as demolições, foram identificadas obras de infraestrutura em andamento, incluindo a instalação de 30 postes e manilhas para drenagem. Além disso, luminárias da Rioluz foram encontradas nos postes, indicando que foram furtadas do sistema de iluminação pública da cidade. A ação visa coibir a expansão de atividades ilegais e garantir a segurança na área ao redor do complexo prisional.

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