Um tremor de magnitude 2.5 foi registrado em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, no sábado (22), às 14h35. O abalo sísmico foi sentido por moradores, mas não houve relatos de feridos ou danos materiais. A ocorrência foi monitorada pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisada pelo Centro de Sismologia da Universidade de São […]
Um tremor de magnitude 2.5 foi registrado em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, no sábado (22), às 14h35. O abalo sísmico foi sentido por moradores, mas não houve relatos de feridos ou danos materiais. A ocorrência foi monitorada pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisada pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).
De acordo com a Defesa Civil de Betim, a população local percebeu o tremor, mas não houve necessidade de acionamento de serviços de emergência. O sismólogo Bruno Collaço, do Centro de Sismologia da USP, destacou que Minas Gerais é o estado brasileiro com o maior número de abalos sísmicos registrados, explicando que a maioria dos tremores se deve a pressões geológicas na crosta terrestre.
O Serviço Geológico do Brasil (SGB) define a magnitude como o tamanho relativo dos sismos, medido pela Escala Richter, que foi criada em 1935. Essa escala indica que a diferença de amplitude das vibrações entre graus é de dez vezes, significando que um terremoto de magnitude 6 tem vibrações dez vezes menores que um de magnitude 7.
A Michigan Technological University, nos Estados Unidos, ressalta que a escala de magnitude não possui limite máximo e pode registrar tremores mínimos, até mesmo em números negativos. Os efeitos de cada terremoto variam conforme a magnitude, o que é crucial para entender a gravidade de cada evento sísmico.
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