Claudio Ness Mauch, ex-diretor do Banco Central do Brasil, faleceu na quinta-feira, dia três, aos 75 anos. Ele foi um funcionário de carreira do Banco Central, onde atuou como diretor de abril de mil novecentos e noventa e três a março de mil novecentos e noventa e seis, ocupando cargos nas áreas de Fiscalização e Normas e Organização do Sistema Financeiro. Desde dois mil e dezessete, Mauch era conselheiro independente na Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
A diretoria do Banco Central expressou suas condolências à família e amigos, destacando a dedicação de Mauch à estabilidade financeira e à supervisão bancária em um período de incertezas econômicas no Brasil. Em nota, o Banco Central ressaltou que ele “não mediu esforços” para promover a estabilidade financeira e deixou um legado de trabalho em prol da sociedade.
O presidente da Febraban, Isaac Sidney, também lamentou a morte de Mauch, reconhecendo sua excelência técnica e a importância de sua contribuição para a modernização da regulação bancária a partir dos anos noventa. Sidney enfatizou que Mauch teve um papel fundamental na supervisão do setor bancário brasileiro.
A perda de Claudio Ness Mauch é sentida por colegas e autoridades, que ressaltam seu compromisso com a melhoria do sistema financeiro nacional. Seu trabalho e dedicação ao Banco Central e à Febraban são lembrados como exemplos de profissionalismo e empenho em prol do desenvolvimento econômico do Brasil.
Claudio Ness Mauch, ex-diretor do Banco Central do Brasil, faleceu na quinta-feira, dia três, aos 75 anos. Mauch foi um funcionário de carreira do Banco Central, onde atuou como diretor entre abril de mil novecentos e noventa e três e março de mil novecentos e noventa e seis, ocupando cargos nas áreas de Fiscalização e Normas e Organização do Sistema Financeiro. Desde dois mil e dezessete, ele era conselheiro independente na Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
A diretoria do Banco Central expressou suas condolências à família e amigos de Mauch, ressaltando sua dedicação à estabilidade financeira e à supervisão bancária em um período de incertezas econômicas no Brasil. Em nota, o Banco Central destacou que Mauch “não mediu esforços” para promover a estabilidade financeira e deixou um legado de trabalho abnegado em prol da sociedade.
O presidente da Febraban, Isaac Sidney, também lamentou a morte de Mauch, reconhecendo sua excelência técnica e a importância de sua contribuição para a modernização da regulação bancária a partir dos anos noventa. Sidney enfatizou que Mauch teve um papel fundamental na supervisão do setor bancário brasileiro.
A perda de Claudio Ness Mauch é sentida por colegas e autoridades, que destacam seu compromisso com a melhoria do sistema financeiro nacional. Seu trabalho e dedicação ao Banco Central e à Febraban são lembrados como exemplos de profissionalismo e empenho em prol do desenvolvimento econômico do Brasil.
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