O Acampamento Terra Livre (ATL) aconteceu em Brasília, reunindo mais de seis mil indígenas que lutam pelos direitos dos povos originários. Entre eles, está Ywyzar Tentehar, uma atriz de 21 anos do povo Tentehar, que falou sobre a importância do evento para discutir saúde, educação e a proteção das terras indígenas. Ywyzar, que participa da nova versão da novela Vale Tudo, explicou que o ATL é um espaço para reivindicar direitos e alertar sobre os riscos que as terras já demarcadas ainda enfrentam. Ela também destacou o uso da pintura corporal, que representa a identidade do seu povo e simboliza a luta por direitos. A pintura é uma forma de se identificar e de proteção durante as manifestações. O ATL é uma chance para as comunidades indígenas se unirem e fortalecerem suas vozes, mostrando que a luta por direitos é também uma forma de resistência cultural.
O Acampamento Terra Livre (ATL) ocorreu em Brasília, reunindo mais de seis mil indígenas em defesa dos direitos dos povos originários. Entre os participantes, destaca-se Ywyzar Tentehar, atriz de 21 anos do povo Tentehar, que enfatiza a importância do evento para discutir saúde, educação e demarcação de terras.
Ywyzar, que atua na nova versão da novela Vale Tudo, explicou que o ATL é um espaço de luta e reivindicação. “Esse acampamento acontece todos os anos para reivindicarmos nossos direitos e discutirmos sobre saúde indígena, educação indígena e a proteção de nossos territórios”, afirmou. A atriz também ressaltou a vulnerabilidade das terras já demarcadas, que ainda enfrentam riscos de invasão.
A pintura corporal, utilizada por Ywyzar, carrega significados profundos. “No meu povo, a gente costuma usar a pintura nos ritos e festas de passagem. Aqui, ela representa nossa identidade e a luta por nossos direitos”, disse. A artista destacou que a pintura serve tanto para identificação quanto como um símbolo de proteção durante as manifestações.
O ATL é uma oportunidade para as comunidades indígenas se unirem e fortalecerem suas vozes. Ywyzar Tentehar, com seu papel na mídia e sua presença no acampamento, exemplifica a interseção entre cultura, arte e ativismo, mostrando que a luta por direitos é também uma expressão de identidade e resistência.
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