O Prêmio Internacional de Jornalismo “Cátedra Manu Leguineche” anunciou que Martín Caparrós é o vencedor da sua décima terceira edição. Este prêmio é dado a jornalistas que se destacam, e neste ano, Caparrós foi reconhecido por ajudar a revitalizar a crônica em espanhol. Também houve uma menção especial a jornalistas que trabalham em áreas de conflito. O prêmio inclui 8.000 euros e o título de professor honorário na Universidade de Alcalá.
Caparrós tem uma longa carreira de cinquenta anos no jornalismo, focando em histórias sobre desigualdade social, especialmente na América Latina. O júri elogiou sua habilidade de contar histórias que envolvem o leitor em diferentes realidades, desde a Amazônia até comunidades transexuais. O resultado foi anunciado pelo presidente da Diputação de Guadalajara, José Luis Vega, em uma coletiva de imprensa.
Além de escrever para jornais, Caparrós é autor de cerca de quarenta livros e vive em Madrid, onde enfrenta uma doença chamada esclerose lateral amiotrófica. Ele também publica uma coluna semanal no jornal EL PAÍS e criou uma série de videocolunas chamada Cacocracia, que discute a ascensão de líderes políticos extremistas. O prêmio celebra o trabalho de jornalistas que se destacam pela ética e compromisso com a verdade. Outros jornalistas notáveis já foram premiados anteriormente, como Lydia Cacho e Javier Espinosa. A cerimônia de entrega do prêmio será marcada em breve.
O Prêmio Internacional de Jornalismo “Cátedra Manu Leguineche” anunciou, nesta quarta-feira, que o jornalista Martín Caparrós foi o vencedor da sua décima terceira edição. O prêmio, que reconhece a contribuição ao renascimento da crônica em espanhol, também fez uma menção especial a jornalistas autônomos que atuam em conflitos. A premiação, que inclui 8.000 euros e o título de professor honorífico na Universidade de Alcalá, é concedida anualmente por diversas instituições, incluindo a Federação de Associações de Jornalistas da Espanha (FAPE).
Caparrós, que tem uma carreira de cinquenta anos no jornalismo narrativo, é conhecido por suas reportagens que exploram a desigualdade social, especialmente na América Latina. O júri destacou sua habilidade em contar histórias que envolvem o leitor em cenários reais e desconhecidos, desde as selvas amazônicas até as comunidades transexuais de Juchitán. O presidente da Diputação de Guadalajara, José Luis Vega, anunciou o resultado em uma coletiva de imprensa.
Além de seu trabalho em jornais, Caparrós é autor de cerca de quarenta livros e atualmente vive em Madrid, onde enfrenta a esclerose lateral amiotrófica. Ele também escreve uma coluna semanal para o jornal EL PAÍS e lançou uma série de videocolunas animadas chamada Cacocracia, que analisa a ascensão de líderes políticos extremistas. O prêmio visa honrar profissionais que se destacam pela independência e rigor em suas reportagens.
Na história do prêmio, outros jornalistas notáveis já foram reconhecidos, como Lydia Cacho e Javier Espinosa. A premiação não apenas celebra a carreira de Caparrós, mas também destaca a importância do jornalismo comprometido com a verdade e a ética profissional. A cerimônia de entrega do prêmio ocorrerá em data a ser definida.
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